A guerra entrou numa fase mais perigosa e as opções que restam a Trump podem ser todas negativas

 Nas duas primeiras semanas do ataque ao Irão, os Estados Unidos e Israel realizaram grandes ações contra instalações militares, dirigentes políticos, a Guarda Revolucionária e centros de comando da sua milícia Basij. Tudo isto enfraqueceu a capacidade militar da República Islâmica e desestabilizou o regime. E agora? Minas no Golfo, guerra económica e a imprevisibilidade de Donald Trump colocam um dilema sobre como terminará o conflito.

Duas superpotências militares, os Estados Unidos da América (EUA) e Israel, determinaram quando e de que forma a guerra iria começar no Médio Oriente. O conflito começou com um ataque surpresa de Israel contra o líder supremo, aiatola Ali Khamenei, que foi assassinado. Os aviões de guerra americanos e israelitas cedo usaram vastos recursos de recolha de informação para atacar milhares de alvos.

No sábado, o Presidente dos EUA afirmou que os ataques que ordenou “destruíram totalmente” a maior parte da ilha de Kharg — no Golfo Pérsico, a 43 quilómetros do continente, e com oito quilómetros de comprimento, é um importante centro de processamento do Irão, por onde passam 90% das exportações de petróleo do país.


Fonte: Expresso



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