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EUA atacam ilha iraniana de Qeshm a poucas horas das eleições intercalares

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Os ataques foram descritos como operações defensivas para proteger o tráfego marítimo e resposta ao abate de uma aeronave militar norte-americana na região. Os Estados Unidos atacaram esta segunda-feira a ilha iraniana de Qeshm, no Golfo Pérsico, numa nova operação militar contra o Irão na véspera das eleições legislativas intercalares , mas Donald Trump minimizou o risco de recomeço da guerra. Segundo o jornal The Wall Street Journal (WSJ), responsáveis norte-americanos descreveram os ataques como operações de caráter defensivo, destinadas a limitar a capacidade do Irão de ameaçar o tráfego marítimo comercial no estreito de Ormuz . O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) não anunciou publicamente as operações. No entanto, responsáveis norte-americanos citados por vários meios de comunicação do país indicaram que o ataque foi uma resposta ao abate de uma aeronave militar norte-americana na região. Qeshm, situada à entrada do estreito de Ormuz, alberga uma instalação subterrâne...

Quatro aviões alvo de ameaças de bomba em poucas horas na Europa

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Quatro aviões comerciais receberam ameaças de bomba em diferentes pontos da Europa. Não foi confirmada a presença de explosivos nas aeronaves após as inspeções feitas pelas autoridades. Os incidentes ocorreram um dia depois de um alerta semelhante que levou ao desvio de um voo da Wizz Air. Quatro aviões comerciais foram alvo de ameaças de bomba esta terça-feira, em diferentes pontos da Europa, o que levou à ativação de operações de segurança na Polónia, em Espanha e na Bulgária. As aeronaves, provenientes do Reino Unido, da Dinamarca e de Israel, aterraram em segurança e foram submetidas a inspeções pelas autoridades. Um dos alertas envolveu um voo da companhia aérea polaca LOT, que partiu do aeroporto de Heathrow, em Londres, com destino a Varsóvia. O avião, um Boeing 737 MAX com 181 pessoas a bordo, foi desviado para o aeroporto de Varsóvia-Modlin, onde aterrou às 10h01 locais (09h01 em Portugal continental), depois de ter sido comunicado um possível engenho explosivo a bordo. Segun...

Líder supremo do Irão deu poderes ao governo para negociar com EUA - presidente

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O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, concedeu poderes ao Governo no âmbito dos esforços para pôr fim à guerra com os Estados Unidos, anunciou hoje o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. “Estamos a esforçar-nos para resolver o problema através do diálogo. A este respeito, o líder supremo conferiu certos poderes ao Governo”, declarou Pezeshkian, citado pela agência estatal IRNA. Pezeshkian não especificou os poderes a que se referia, de acordo com a agência francesa AFP. O anúncio foi feito durante uma reunião de Pezeshkian com governadores e autarcas dedicada à “melhoria das condições de subsistência da população”, segundo a agência turca Anadolu. “Manter-nos-emos firmes contra as mentiras e as exigências desmedidas dos inimigos. Neste processo, devemos esforçar-nos por aumentar a resiliência da população e dar resposta às suas preocupações e inquietações”, afirmou, citado num comunicado. A comunicação do Presidente do Irão ocorre numa altura em que crescem as dúvidas sobre uma...

Liceus e universidades em França bloqueados antes da greve geral

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  15 % dos estabelecimentos de ensino superior e cerca de 1 % dos liceus registam, na manhã de terça-feira, perturbações após o apelo dos sindicatos à mobilização para exigir mais meios. O movimento ocorre a dois dias do apelo à greve geral contra o custo de vida. Várias manifestações de alunos do liceu começaram na manhã desta terça-feira em várias cidades, nomeadamente em Paris, Rennes, Lyon e Marselha, para exigir mais recursos. Os estudantes do secundário pedem em particular a revogação do Parcoursup, o sistema informático que organiza as colocações nos estabelecimentos de ensino após o exame final do liceu. O sistema é criticado pela sua complexidade e falta de equidade. O governo comprometeu-se a substituí-lo de forma gradual até 2028. Na manhã de terça-feira, 48 liceus franceses estavam bloqueados, num universo de 3 700 em todo o país. O número foi avançado pelo Ministério da Educação Nacional e é muito próximo do registado na véspera. Isto representa cerca de 1 % dos estabe...

Dois Sullivan no Alasca, um democrata à frente no Texas: os estados que podem decidir o Congresso nas eleições desta terça-feira

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O mapa das eleições a meio do mandato de Donald Trump parece estar virado de pernas para o ar. As tendências históricas já nem sempre valem, em parte fruto do descontentamento com o PResidente. Em que estados se definem, de facto, os resultados que conheceremos madrugada fora? Os eleitores do Alasca vão encontrar, nos boletins de voto, dois candidatos com nome muito semelhante a disputarem um lugar no Senado: Dan S. Sullivan, senador republicano que procura a reeleição, e Daniel J. Sullivan Jr., um professor reformado que também quer chegar à câmara alta do Congresso dos Estados Unidos da América (EUA), mas que se apresenta sem filiação partidária. Donald Trump tem levantado questões sobre a integridade das eleições , tendo por base a coincidência dos nomes.  Fonte: Expresso

Resultados das eleições intercalares 2026 nos EUA: atualizações em direto com mapas e gráficos

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  Acompanhe o resultado das eleições intercalares de 2026 nos EUA em direto, à medida que os votos são contados, com atualizações em tempo real sobre as disputas que irão determinar o controlo do Congresso. Acompanhe as eleições intercalares de 2026 nos EUA em direto, à medida que milhões de americanos se dirigem às urnas para votar nos membros do Congresso. A nossa página apresenta atualizações em tempo real, gráficos interativos e resultados eleitorais à medida que os votos vão sendo contados em todo o país. Acompanhe as principais disputas eleitorais na Câmara dos Representantes e no Senado, veja quais são os candidatos que lideram e siga a batalha pelo comando do Congresso. Estão em disputa 435 lugares na Câmara dos Representantes e 35 dos 100 lugares do Senado. Fonte: Euronews

Trump aposta na islamofobia e em teorias da conspiração em comícios de campanha de última hora

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Trump ataca os políticos muçulmanos Abdul El-Sayed e Ilhan Omar em seus dois últimos comícios durante a campanha eleitoral. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou sua retórica islamofóbica e teorias da conspiração sobre o Partido Democrata durante eventos de campanha em Iowa e Kansas, poucos dias antes de os EUA irem às urnas para eleições legislativas cruciais, que definirão quem controlará o Congresso durante os dois últimos anos do mandato de Trump. Em ambos os comícios realizados no domingo, o presidente reiterou a alegação de que Abdul El-Sayed — candidato democrata ao Senado dos EUA pelo Michigan — seria um “jihadista”, e brincou dizendo que, caso ele seja eleito, o Senado terá de instalar detectores de metal para revistá-lo antes de sua entrada no edifício. “Teremos cem senadores, e a maioria deles entrará diretamente [no Senado]... Vamos precisar arranjar um detector de metais especial para o Abdul”, disse Trump, arrancando risadas da plateia. Ele também repeti...