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Trump aposta na islamofobia e em teorias da conspiração em comícios de campanha de última hora

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Trump ataca os políticos muçulmanos Abdul El-Sayed e Ilhan Omar em seus dois últimos comícios durante a campanha eleitoral. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou sua retórica islamofóbica e teorias da conspiração sobre o Partido Democrata durante eventos de campanha em Iowa e Kansas, poucos dias antes de os EUA irem às urnas para eleições legislativas cruciais, que definirão quem controlará o Congresso durante os dois últimos anos do mandato de Trump. Em ambos os comícios realizados no domingo, o presidente reiterou a alegação de que Abdul El-Sayed — candidato democrata ao Senado dos EUA pelo Michigan — seria um “jihadista”, e brincou dizendo que, caso ele seja eleito, o Senado terá de instalar detectores de metal para revistá-lo antes de sua entrada no edifício. “Teremos cem senadores, e a maioria deles entrará diretamente [no Senado]... Vamos precisar arranjar um detector de metais especial para o Abdul”, disse Trump, arrancando risadas da plateia. Ele também repeti...

Abdul El-Sayed: Trump chama-lhe jiadista, mas pode fazer história no Senado

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  Abdul El-Sayed pode tornar-se o primeiro senador muçulmano da História dos Estados Unidos, apesar dos insultos presidenciais. progressista, filho de imigrantes egípcios, médico e especialista em saúde pública, Abdul El-Sayed, de 41 anos, poderá tornar-se o primeiro senador muçulmano da História dos Estados Unidos da América (EUA). Membro do Partido Democrata e crítico de Israel, derrotou a moderada Haley Stevens nas primárias do Michigan, apesar dos quase 70 milhões de dólares (€63 milhões) gastos por grupos externos para o travar, sobretudo ligados ao lóbi pró-Israel.  Fonte: Expresso

Xi Jinping diz que Médio Oriente não deve ser palco de rivalidades entre grandes potências

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Durante um encontro com o sultão de Omã, a pelou ao reforço da cooperação energética com a China. "A China está disposta a reforçar a comunicação e a coordenação com Omã e outros países árabes e membros do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) para contribuir para o restabelecimento, o mais rapidamente possível, da paz e da tranquilidade", afirmou. Xi defendeu também o alargamento da cooperação energética em todas as suas vertentes. "Pequim está disposta a articular as suas estratégias de desenvolvimento com as de Mascate e a tornar-se um parceiro energético estável e fiável, um parceiro de investimento com grande potencial e um parceiro na cooperação tecnológica e na inovação", sublinhou. Haitham bin Tariq destacou o papel "indispensável" da China na defesa da paz e da estabilidade mundiais e manifestou disponibilidade para "estreitar a coordenação" com Pequim, "defender o direito internacional" e "manter a resolução pacífica das ...

Trump considera que aumento do preço da gasolina é “pequeno preço a pagar” para a segurança global

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Presidente dos EUA ainda não decidiu sobre novos ataques em grande escala contra o Irão. Os mé dia americanos reportam preparativos para uma nova ofensiva. O Presidente dos Estados Unidos Donald Trump defendeu, no domingo, durante um comício em Dubuque (Iowa), que o aumento do preço da gasolina, provocado pela guerra no Irão, é um " preço muito pequeno a pagar" para garantir a segurança global. "É um preço muito pequeno a pagar pela segurança deste país e do mundo (...). Isto vai acabar muito em breve, vão ver, mas os preços já baixaram bastante", afirmou o Presidente durante o evento, que faz parte da campanha para as eleições intercalares da próxima terça-feira . De acordo com a Associação Automóvel Americana (AAA), o preço médio da gasolina por galão (aproximadamente 3,79 litros) no país situa-se agora nos 4,17 dólares, enquanto o do gasóleo está nos 6,3 dólares. No que diz respeito ao conflito com o Irão , Trump "ainda não tomou uma decisão" sobre a r...

Quase 800 detidos em manifestações sem incidentes graves em França

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Autoridades francesas não registaram incidentes graves apesar dos apelos à violência. O Governo francês estimou este domingo em 779 o número final de detenções na sequência das manifestações de sábado, em que não se registaram incidentes graves apesar dos apelos à violência. Os números finais foram apresentados pelo Ministério do Interior francês e estão bem abaixo dos 1.314 detidos nas mobilizações de dia 24 e, principalmente, das 2.628 de 17 de outubro, um dia marcado por graves motins e saques em todo o país. O nível de participação nos apelos também diminuiu, com 320 mil pessoas nas ruas, comparado com 550 mil na semana passada, segundo a contagem apresentada pelo Ministério do Interior. No total, foram contabilizadas 291 ações neste 'terceiro ato' dos protestos, que reuniram 320 mil pessoas, 70 mil delas em Paris, segundo o balanço do Ministério do Interior, que destaca a execução de 40 mil controlos em todo o país. Os organizadores (sindicatos, estudantes e o movimento ...

Tendas continuam em frente ao Coliseu de Roma e protestos continuam

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Os participantes do "Acampamento dos Direitos" protestam contra as dificuldades no pagamento de rendas e propinas, enquanto vários trabalhadores denunciam salários demasiado baixos para cobrir os custos de subsistência. Várias dezenas de tendas de campanha continuam instaladas em frente ao Coliseu de Roma no âmbito do protesto de estudantes, sindicalistas e ativistas contra o custo de vida e o aumento da despesa militar. Os manifestantes preveem manter o acampamento pelo menos até à manhã de domingo, embora estejam a ponderar prolongar a ação por mais alguns dias. O plano dos participantes passa por passar a noite de hoje para domingo no local e realizar uma reunião no domingo, às 11h00, para organizar as próximas ações de protesto. Entre os manifestantes que pernoitam junto ao Coliseu encontram-se estudantes dos coletivos Cambiare Rotta e Opposizione Studentesca d'Alternativa (OSA) e membros do Movimento pelo Direito à Habitação. Os participantes do "Acampamento dos...

Rússia recomeça ataques à região de Kherson após fim da trégua, diz Kiev

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  Cessar-fogo permitiu missão humanitária à cidade de Oleshky, ocupada pela Rússia, e a saída de centenas de civis bloqueados. A Rússia retomou na segunda-feira os ataques contra a região ucraniana de Kherson, após o fim de um cessar-fogo local na zona, a trégua mais longa na guerra entre os vizinhos desde 2022, indicou Kiev. Esta rara pausa nos combates, mediada pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, terminou no domingo depois de ter começado na terça-feira. O cessar-fogo permitiu realizar uma missão humanitária na cidade de Oleshky, ocupada pela Rússia, e que centenas de civis retidos pudessem sair. Foi a pausa mais longa nos combates entre os dois países desde o início da invasão em grande escala, que já dura há cinco anos, e que matou centenas de milhares de pessoas e deslocou milhões. “Por volta das 8:00 desta manhã, os ocupantes russos atacaram um carro com um drone no bairro urbano de Korabelny”, em Kherson, disseram as autoridades locais em comunicado, acresc...