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Netanyahu diz que Israel “está a esmagar” o Irão e o Hezbollah

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  O primeiro-ministro israelita proclamou estar a alcançar os seus objetivos e reiterou que Israel pode criar condições para mudança de regime no Irão, dependendo da vontade popular. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou esta quinta-feira que Israel "está a esmagar" o Irão e o seu aliado libanês Hezbollah e referiu-se ao novo líder supremo iraniano como um "fantoche da Guarda Revolucionária" que não pode aparecer publicamente. Na primeira conferência de imprensa desde o início da guerra com o Irão,   Netanyahu  afirmou  que o objetivo primário de Israel é impedir que Teerão realoque os seus projetos nucleares e balísticos no subsolo para outra localização. "Alcançámos os nossos objetivos, mais do que o esperado, e continuaremos a fazê-lo", proclamou o chefe de Estado israelita, que  destacou que a operação contra o regime de Teerão conduziu à eliminação do "antigo tirano do Irão", Ali Khamenei. O israelita acusou ainda o atu...

“Quando os preços do petróleo sobem, ganhamos muito dinheiro”: Trump admite que EUA beneficiam com a guerra

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  Apesar de a guerra ter consumido 9,8 mil milhões de euros dos cofres norte-americanos nos primeiros seis dias de guerra, Donald Trump garante que os EUA vão ganhar muito dinheiro com a subida dos preços do petróleo. O Presidente norte-americano admitiu, nesta quinta-feira, que os Estados Unidos da América (EUA) beneficiam da subida dos preços do petróleo, que voltaram, na quarta-feira, a ultrapassar os 100 dólares por barril, em plena campanha de ataques generalizados do Irão contra instalações energéticas do Médio Oriente. “Os Estados Unidos são, de longe, o maior produtor de petróleo do mundo, por isso, quando os preços do petróleo sobem, ganhamos muito dinheiro”, declarou Donald Trump, numa  publicação na plataforma Truth Social , na qual também escreveu: “Mas, de muito maior interesse e importância para mim, enquanto Presidente, é impedir que um império maligno, o Irão, tenha armas nucleares e destrua o Médio Oriente e, na verdade, o mundo. Nunca permitirei que isso acon...

Irã diz que não pode jogar Copa em 'hipótese alguma': os impactos do conflito com os EUA no Mundial mais politizado dos últimos tempos

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  Daqui a pouco mais de três meses, os Estados Unidos serão um dos três países anfitriões da Copa do Mundo de futebol masculino. E o Irã é uma das seleções classificadas para a disputa. No final de fevereiro, os Estados Unidos atacaram o Irã, em uma operação conjunta com Israel que segue em andamento, despertando uma guerra em todo o Golfo Pérsico. O que o conflito pode significar para os países envolvidos, para a Fifa e para uma Copa do Mundo que já estava altamente politizada? O Irã ainda irá disputar a Copa do Mundo? Nesta quarta-feira (11/3), o ministro dos Esportes, Ahmad Donyamali, disse que o Irã não poderá participar da Copa do Mundo de 2026 depois dos ataques americanos e da morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. "Considerando que este regime corrupto assassinou nosso líder, em hipótese alguma podemos participar da Copa do Mundo", disse o ministro à televisão estatal iraniana. Nossos filhos não estão seguros e, fundamentalmente, tais condições para participa...

AIE aprova maior libertação de reservas de petróleo: 400 milhões de barris na crise iraniana

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  A Agência Internacional de Energia, que reúne 32 membros, concordou por unanimidade libertar 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas globais para evitar ruturas no abastecimento e acalmar os receios dos mercados face à escassez causada pela guerra com o Irão A Agência Internacional da Energia (AIE) afirmou esta quarta-feira que os seus países membros acordaram libertar 400 milhões de barris de petróleo em resposta à guerra com o Irão, a maior utilização de reservas de emergência de sempre e mais do dobro da realizada após a invasão russa da Ucrânia. «Os desafios que enfrentamos no mercado do petróleo não têm precedentes em termos de dimensão, por isso congratulo-me com o facto de os países membros da AIE terem respondido com uma ação coletiva de emergência de uma dimensão igualmente inédita», declarou o diretor executivo da AIE, Fatih Birol. «Os mercados de petróleo são globais, pelo que a resposta a grandes perturbações também tem de ser global. A segurança e...

Moçambique: Crise interna atinge MDM, RENAMO e PODEMOS

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  MDM, RENAMO e PODEMOS enfrentam fortes contestações internas. Militantes e figuras influentes acusam as lideranças de má gestão e falta de transparência. Analista diz que há dirigentes que usam partidos para enriquecer. Nos últimos meses, as lideranças dos partidos  MDM ,  RENAMO  e PODEMOS têm sido fortemente contestadas por membros e por figuras influentes dentro das próprias formações políticas. O analista Alexandre Chiure não tem dúvidas de que os líderes destes partidos estão agarrados ao poder para ganhar dinheiro. "Não há dúvidas quanto a isso. Isso também vale para os partidos com assento no parlamento que recebem dinheiro do erário público, resultante do número de assentos que têm. Portanto, não há transparência em todos eles", diz. Na cronologia das contestações, o primeiro caso remonta a janeiro de 2025, quando um dos membros fundadores do MDM, Elias Impuire, veio a público pedir a demissão de Lutero Simango por alegada má gestão: "Nos últimos dois ...

Trump criou o ‘Board of Peace’, mas está ‘bored of peace’: as nove intervenções militares desde que tomou posse

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  Do Irão à Somália, o “Presidente da Paz” já consumou nove operações militares num ano e três meses de segundo mandato, e há pelo menos mais dois países na mira dos Estados Unidos. Donald Trump, que quis o Nobel da Paz, gaba-se, por outro lado, de ter acabado com oito conflitos desde que tomou posse, em janeiro do ano passado. Donald Trump diz-se um solucionador de conflitos, cobiçou o Prémio Nobel da Paz (chegando a receber a medalha da laureada de 2025, María Corina Machado) e criou, há dois meses, o Conselho de Paz (‘ Board of Peace ’ em inglês), organização que promete dedicar-se ao pacifismo e diplomacia internacionais. De permeio, a FIFA ainda lhe atribuiu um Prémio da Paz durante o sorteio dos grupos do Mundial de Futebol do próximo verão, o que gerou críticas e não pouca troça. Fonte: Expresso

Putin tenta salvar Orbán? Acusações de interferência russa agitam a eleição mais decisiva da Hungria em décadas

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  O partido Tisza, liderado por Péter Magyar encontra-se à frente nas sondagens e promete quebrar o domínio do Fidesz, de Viktor Orbán. Rumores de escândalos pessoais, a escalada de tensões com a Ucrânia e suspeitas de interferência russa podem tornar a campanha o grande teste de Vladimir Putin contra o resto da Europa. Prestes a ir a votos, o que acontecerá nas legislativas de 12 de abril, a Hungria tem sido palco de uma corrida eleitoral polémica, no primeiro verdadeiro desafio a Viktor Orbán desde que chegou ao poder, em 2010. O jornal digital “ Politico ” escreve mesmo que a campanha está prestes a tornar-se mais “suja”. Péter Magyar , líder do partido Tisza (Respeito e Liberdade, centro-direita), que está à frente nos estudos de opinião (com vantagem de nove pontos percentuais sobre o Fidesz, formação de direita radical do atual primeiro-ministro), poderá vir a ser alvo de uma campanha difamatória. Circunstâncias insólitas permitiram dar azo a este rumor: em fevereiro, os jorn...