O Reino Unido não vai ser obrigado a escolher entre os EUA e a China, garante Starmer
É a primeira vez que um primeiro-ministro britânico visita a China desde 2018 — o mesmo ano em que Pequim comprou, por mais de 260 milhões de euros, um terreno de 20 mil metros quadrados no coração de Londres onde vai ser construída uma "mega" embaixada chinesa. A visita de Starmer, segundo analistas, dependia em parte da aprovação da embaixada
Keir Starmer diz que o Reino Unido não vai ser obrigado a escolher entre a China e os Estados Unidos. O primeiro-ministro britânico, que parte esta terça-feira para uma visita de estado de três dias à China, procura maior investimento chinês na Grã-Bretanha, num momento em que as relações entre os Estados Unidos e os aliados europeus estão cada vez mais distantes.
É uma viagem arriscada para Starmer. Há apenas alguns dias, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 100% ao Canadá se o primeiro-ministro canadiano fizesse um acordo comercial com a China.
Mas Starmer quer ser prático, e espera que Trump veja as coisas da mesma forma.
É a primeira vez que um primeiro-ministro britânico visita a China desde 2018 — o mesmo ano em que Pequim comprou, por mais de 260 milhões de euros, um terreno de 20 mil metros quadrados no coração de Londres onde vai ser construída uma "mega" embaixada chinesa. A visita de Starmer, segundo analistas, dependia em parte da aprovação da embaixada.
Fonte: Cnn
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